Rôle de l'éducatrice de la petite enfance dans le processus de subjectivation des bébés et des jeunes enfants

Auteurs

DOI :

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v27i1p68-80

Mots-clés :

education des enfants, constitution psychique, psychanalyse, bébés, petits enfants

Résumé

Cette étude de synthèse visait à présenter une discussion théorique sur la participation de l'éducatrice à la subjectivation des bébés et des très jeunes enfants. À partir du cadre de la psychanalyse, l'étude propose de discuter de l'importance que l'éducateur assume dans le processus de subjectivation du bébé et du petit enfant. Il est important d'éclairer la fonction de soins et d'éducation, dans l'éducation de la petite enfance, considérant qu'il s'agit d'un métier qui implique un investissement dans une petite matière en cours de subjectivation. On comprend donc que ce travail diffère de la fonction parentale, il est indéniable que le professionnel de l'éducation est aussi une figure de référence dans le processus de subjectivation du bébé et du petit enfant dans l'espace de l'éducation de la petite enfance.

##plugins.themes.default.displayStats.downloads##

##plugins.themes.default.displayStats.noStats##

Biographies de l'auteur

  • Amanda Schöffel Sehn, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul

    Psicóloga. Professora do Curso de Psicologia da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), Ijuí, RS, Brasil. 

     

  • Rita de Cassia Sobreira Lopes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Psicologia

    Psicóloga. Professora Titular do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Références

Brandão, D. B. S. R. (2016). A função educativa no laço professor bebê a partir do desejo: alcances e limites. (Tese de doutorado), Universidade de São Paulo (USP): São Paulo.

Brandão, D. B. S. R., & Kupfer, M. C. M. (2014). A construção do laço educador-bebê a partir da Metodologia IRDI. Psicologia USP, 25(3), 276-283. Doi: https://doi.org/10.1590/0103-6564A20134413

Brasil (1996). Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: Senado Federal. Recuperado de: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm

Brasil (2013). Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasil: Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Retirado de: http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/file

Brasil (2017). Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília: MEC; Consed; Undime. Retirado de: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/

Cataldi, M. C. C. (1992). Modificações sociais e participação da mulher no mercado de trabalho. In: Gayotto, M. L. C. (org.). Creches: desafios e contradições da criação da criança pequena. São Paulo: Ícone.

Cordeiro, A. M., Oliveira, G. M., Rentería, J. M., & Guimarães, C. A. (2007). Revisão sistemática: uma revisão narrativa. Rev. Col. Bras. Cir., 34(6), 428-431. Doi: https://doi.org/10.1590/S0100-69912007000600012

Dias, I. (2010). A relação educadora-bebê: laços possíveis. (Dissertação de Mestrado), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS): Porto Alegre.

Dias, I. (2016). Sobre inclusão e primeira infância: o lugar das educadoras para o bebê no espaço da creche. Escritos da criança, n. 7, 110-122. Porto Alegre: Centro Lydiat Coriat.

Elfer, P., & Dearnley, D. (2007). Nurseries and emotional well-being: Evaluating an emotionally containing model of professional development. Early Years: An International Journal of Research and Development, 27 (3), 267-279. Doi: 10.1080/09575140701594418

Elfer, P., Dearnley, K., & Wilson, D. (2018). Work Discussion in English nurseries: reflecting on their contribution so far and issues in developing their aims and processes; and the assessment of their impact in a climate of austerity and intense audit. Infant Observation, 21(2), 189-203. Doi: https://doi.org/10.1080/13698036.2019.1566016

Feitosa, R. M. M. (2009). Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. In: Brasil. Diretrizes Curriculares nacionais para a educação básica (p. 80-100). Brasília: MEC; SEB; Dicei. Retirado de: http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/file

Figueiredo, L. C. (2009). As diversas faces do cuidar: novos ensaios de psicanálise contemporânea. São Paulo: Escuta.

Hover-Reisner, N., Fürstaller, M., & Wininger, A. (2018). “Holding mind in mind”: the use of work discussion in facilitating early childcare (kindergarten) teachers’ capacity to mentalize. Infant Observation, 21(1), 98-110. Doi: https://doi.org/10.1080/13698036.2018.1539339

Inep. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. (2018). Censo escolar da educação básica, 2017: Resumo técnico. Brasília: INEP. Recuperado de: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=81861-divulgacao-censo-2017-vi-pdf&category_slug=janeiro-2018-pdf&Itemid=30192

Lajonquière, L. de. (1997). Dos “erros” e em especial daquele de renunciar à educação: Notas sobre psicanálise e educação. Estilos da Clínica, 2(2), 27-43. Doi: https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v2i2p27-43

Mariotto, R. M. M. (2009). Cuidar, educar e prevenir: as funções da creche na subjetivação de bebês. São Paulo: Escuta.

Martins, G. D. F., Sternberg, P. W., & Rozek, M. (2019). Infância e inclusão: princípios inspiradores da atuação na Educação Infantil. Porto Alegre, RS: EDIPUCRS.

MEC. Ministério da Educação. (2014). O PNE 2014-2024: metas e estratégias. Recuperado de: http://www.proec.ufpr.br/download/extensao/2016/creditacao/PNE%202014-2024.pdf

Medeiros, C. P., & Holanda, S. A. R. (2011). Uma menina que não acompanha o grupo: o trabalho subjetivo de uma professora às voltas com o impossível em jogo na demanda. In: Almeida, S. F. C. & Kupfer, M. C. M. (org.). A psicanálise e o trabalho com a criança-sujeito: no avesso do especialista. Rio de Janeiro: Wak Editora.

Monção, M. A. G. (2015). O compartilhamento da educação das crianças pequenas nas instituições de educação infantil. Cadernos de Pesquisa, 45(157), 652-679. Doi: https://doi.org/10.1590/198053143052

Opne. Observatório do PNE. (2019). Porcentagem crianças de 0 a 3 anos na creche/escola. Recuperado de https://www.observatoriodopne.org.br/meta/educacao-infantil

Oliveira, M. A., Donelli, T. M. S., & Charczuk, S. B. (2020). Cuidar e educar: o sujeito em constituição e o papel do educador. Psicologia Escolar e Educacional, 24, e213679. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-35392020213679

Oliveira, Z. M. R. de, Mello, A. M., Vitória, T., & Rossetti-Ferreira, M. C. T. (1992). Creche: crianças, faz-de-conta e cia. Petrópolis, RJ: Vozes.

Page, J., & Elfer, P. (2013). The emotional complexity of attachment interactions in nursery. European Early Childhood Education Research Journal, 21 (4), 553-567. Doi: https://doi.org/10.1080/1350293X.2013.766032

Pesaro, M. E. (2010). Alcances e limites teórico-metodológicos da pesquisa multicêntrica de indicadores clínicos de risco para o desenvolvimento infantil. (Tese de doutorado), Universidade de São Paulo (USP): São Paulo.

Polli, R. G., & Lopes, R. C. S. (2017). Do que o bebê precisa? A função de cuidar na perspectiva das educadoras de berçário. Interação em Psicologia, 21(2), 157-166. Doi: http://dx.doi.org/10.5380/psi.v21i2.47810

Puccinelli, M. F., & Silva, M. da R. (2020). Educador suficientemente bom: uma releitura winnicottiana dos indicadores do IRDI. Psicologia em Revista, 26(3), 921-940. Doi: https://doi.org/10.5752/P.1678-9563.2020v26n3p921-940

Ribeiro, J. L. P. (2014). Revisão de investigação e evidência científica. Psicologia Saúde & Doenças, 15(3), 671-682. DOI: 10.15309/14psd150309

Rustin, M. (2008). Work discussion: implications for research and policy. In: Rustin, M. E. & Bradley, J. (eds.), Work discussion: Learning from reflective practice in work with children and families (pp. 267-284). London: Karnac.

Silva, M. da Rosa, Medeiros, C. B., Arrosi, K. E., & Ferrari, A. G. (2021). “Que bom que ele havia estranhado”: considerações sobre a metodologia IRDI. Psicologia Escolar e Educacional, 25, e226338. Doi: https://doi.org/10.1590/2175-35392021226338

Veríssimo, M. D. L. O. R., & Fonseca, R. M. G. S. (2003). O cuidado da criança segundo trabalhadoras de creches. Rev. Latino-am Enfermagem, 11(1), 28-35. Doi: https://doi.org/10.1590/S0104-11692003000100005

Wiles, J. M., & Ferrari, A. G. (2020). Do cuidado com o bebê ao cuidado com o educador. Psicologia Escolar e Educacional, 24, e213976. Doi: https://doi.org/10.1590/2175-35392020213976

Téléchargements

Publiée

2022-04-30

Comment citer

Sehn, A. S., & Lopes, R. de C. S. (2022). Rôle de l’éducatrice de la petite enfance dans le processus de subjectivation des bébés et des jeunes enfants. Styles De La Clinique. Revue Sur Les Vicissitudes De l’enfance, 27(1), 68-80. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v27i1p68-80