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Considerações sobre inibição e sintomas: Distinções e articulações para destacar um conceito do outro

Marciela Henckel, Manoel Tosta Berlinck

Resumo


Já dizia Freud que existem casos apresentando somente inibições, e não sintomas. Na nossa experiência clínica com crianças apresentando graves manifestações psicopatológicas, não poucas vezes nos perguntamos se pudemos considerar como sintomas certas manifestações. Pretendemos com este artigo discutir distinções e articulações entre ambas as noções. Destacar um conceito do outro, para além de objetivar a busca por um rigor teórico, contribui para repensar diferentes manifestações psicopatológicas na clínica. Com isso, pretendemos manter uma posição necessariamente cautelosa com relação ao diagnóstico diante de uma criança em constituição.

Palavras-chave


Inibição;Sintoma;Educação;Criança

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v8i14p114-125

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