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Pan-africanismo e teoria social: uma herança crítica

Muryatan Santana Barbosa

Resumo


o Pan-africanismo nasceu da luta de ativistas negros em prol da valorização de sua coletividade étnico-racial. Sua marca original é a construção de visões positivas e internacionalistas acerca desta identidade, entendida como comunidade negra: africana e afrodescendente. Entre seus representantes, destacam-se intelectuais como E. Blyden, W. E. Du Bois, M. Garvey, Frantz Fanon e K. N’Krumah. Na segunda metade do século XX, esta tradição sofreu severas críticas no plano teórico e político. Sobretudo, por estar supostamente criando uma visão essencialista desta coletividade negra. Este ensaio visa expor, de forma resumida, a disputa em torno do ideário pan-africano. Por fim, irá destacar como alguns princípios norteadores desta tradição podem ser úteis como aspectos teóricos da nova agência negro-africana

Palavras-chave


Pan-africanismo. Negritude. Pensamento negro. Diáspora negra. Teoria social

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2526-303X.v0i31-32p135-155

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